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sábado, janeiro 16, 2010

meu coment

Já várias foram as situações identificadas durante a realização deste mestrado em que o plágio ocorreu. Várias foram as referências, mais ou menos directas durante as sessões presenciais a esse assunto!

Ao abordar o tema, e relembrando estas experiencias recentes apenas me surge uma ideia: IMPUNIDADE! Sim, impunidade, pois se algo já foi feito no sentido de ao menos minimizar este problema nem é do nosso conhecimento nem surtiu grandes resultados, pois continua a acontecer.
Posto isto creio que é pertinente a seguinte afirmação de Furtado (2002):


Se nos queremos então voltados para o conhecimento deveria haver um mais claro e visível repúdio ao plágio e evitar todo e qualquer tipo de escamoteamento pois como, já dizia o provérbio, “tão ladrão é o que vai à horta…”.

Embora o plágio não seja uma “moda” dos tempos mais recentes a tentação é certamente maior, pois os textos e obras estão disponíveis e acessíveis muito mais facilmente e em suporte digital, permitindo a sua fácil manipulação. Este facto, acrescido do facto de que os professores se verem confrontados com cada vez maior quantidade de trabalhos (e, dada a quantidade de informação disponível, cada um deles cada vez maior) facilita a existência de plágios e dificulta a sua detecção. Contudo, a mesma internet que facilita o acesso à informação, também nos disponibiliza ferramentas para mais facilmente esse plágio ser detectado.
Para a sua detecção estão já disponíveis várias ferramentas e softwares, algumas gratuitas, que poderiam pelo menos dissuadir os menos “destemidos”.
Uma dessas ferramentas é o copyscape (www.copyscape.com). Esta página apresenta um sistema gratuito para comparação de determinado texto com várias fontes na internet, detectando eventuais correspondências com textos já anteriormente publicados. Para que seja realizada esta comparação basta que o texto, que supostamente seria original, se encontre disponível online, como por exemplo num blog. Ao introduzirmos o endereço do texto no motor de busca do copyscape em poucos segundos poderemos saber até que ponto é realmente um original. Obviamente que este tipo de ferramentas deverá ser utilizado com bom senso, mas certamente que é já um bom ponto de partida.


O Modelo de Representação Vetorial, apresentado por Oliveira e Oliveira (2008) em “Uma Metodologia para Detecção Automática de Plágios em Ambientes de Educação a Distância” permite aferir do grau de similaridade entre vários textos e assim perceber até que ponto poderão ser ou não considerados plágio.
Há assim várias ferramentas disponíveis, vamos fazer uso delas.

outro coment

Muito se ouve falar na necessidade de valorizar a capacidade de pensar dos alunos, de prepará-los para questionar a realidade. Será que isto está acontece na nossa escola?
Para Dewey (1979), o professor deve abandonar a ideia de que pensar é algo vedado, imutável. Torna-se urgente educar a criança como um todo. A educação é um processo social, é desenvolvimento. A escola deve proporcionar práticas conjuntas e promover situações de cooperação, em vez de lidar com as crianças de forma isolada. Os alunos aprendem melhor se realizarem tarefas associadas aos conteúdos ensinados. Actividades de manipulação e criatividade devem ganhar mais peso no currículo e as crianças devem ser estimuladas a experimentar e a pensar autonomamente.
Delors (2006) destaca que as novas exigências sociais fazem com que o individuo procure constantemente o conhecimento. Sustenta a sua teoria em quatro grandes pilares: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos, aprender a ser.

sexta-feira, janeiro 15, 2010

coment algures na net de um comprovado plagiador!

Basta colocar o link acima no copyscape.com e saberemos que este texto foi copiado da net... enfim!



Muito se houve hoje falar na necessidade de valorizar a capacidade de pensar dos alunos, de prepará-los para questionar a realidade, de unir teoria e prática. Mas será que isto está realmente a acontecer nas nossas escolas?
Dewey foi considerado um pensador que colocou a prática em foco. Torna-se urgente educar a criança como um todo. O que importa é o crescimento físico, emocional e intelectual. Os alunos aprendem melhor realizando tarefas associadas aos conteúdos ensinados. Actividades manuais e criativas devem ganhar mais peso no currículo e as crianças devem ser estimuladas a experimentar e a pensar por si mesmas.
O conhecimento é construído de consensos, que por sua vez resultam de discussões colectivas. A escola deve proporcionar práticas conjuntas e promover situações de cooperação, em vez de lidar com as crianças de forma isolada e ser somente um mero transmissor de conhecimentos.